Quando uma instituição financeiras disponibiliza uma linha de crédito (empréstimo) ela corre o risco de não receber de volta o valor emprestado, mas quando ela disponibiliza linhas de crédito para a compra direta de bens esse risco é muito menor e vou explicar o motivo nos parágrafos abaixo. Financiamentos imobiliários e financiamentos de automóveis são os exemplos mais comuns deste tipo de linha.
Leia gratuitamente o texto na íntegra no novo blog da LM Finanças Pessoais - Custo x Garantias.
Abraços!
Lucas Madaleno
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terça-feira, 29 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
Empréstimo Consignado
Você sabe o que é, como funciona e quais as taxas médias cobradas para se obter um empréstimo consignado?
Obtenha essas respostas no novo blog da LM Finanças Pessoais lendo o texto completo: Empréstimo Consignado
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quarta-feira, 9 de julho de 2014
Custo x Burocracia
Se em algum momento você parou para ver quais são as taxas de juros das linhas de crédito existentes (cheque especial, empréstimo consignado, financiamento imobiliário etc) com certeza se deparou com taxas bem diferentes. Você sabe por que elas variam tanto? Neste texto falaremos sobre como a burocracia antes da contratação das linhas de crédito influenciam diretamente na taxa.
Quando uma instituição financeira disponibiliza uma linha de crédito (empréstimo) ela corre risco de não receber de volta o valor emprestado, pois alguns contratos que a instituição firma com seus clientes não possuem garantias (contrato de boa fé).
Leia o restante deste texto no novo blog da LM Finanças Pessoais - Custo x Burocracia.
Abraços!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Taxa Selic em 10% - Como isso Afeta Meus Investimentos?
Hoje foi anunciado que o Banco Central, através do COPOM (Comitê de Políticas Monetárias) elevou a taxa Selic para 10% ao ano.
Como essa nova alta pode afetar alguns investimentos disponíveis no mercado financeiro brasileiro?
Entre outras utilidades, a Selic é usada como referência da taxa de remuneração de investimentos em Renda Fixa, em outras palavras, para saber se um investimento em Renda Fixa é bom ou ruim, comparamos a rentabilidade mensal, bimestral, anual etc desse investimento com a rentabilidade da taxa Selic.
Abaixo listo alguns investimentos e um índice e como a Selic pode afetar direta ou indiretamente a rentabilidade deles:
Inflação (IPCA) - O IPCA é o índice de inflação adotado pelo governo. Quando a taxa Selic é elevada, ela tem impacto não só nos investimentos, mas também nas dívidas. As instituições financeiras tem que pagar mais juros pelos investimentos devido à alta de juros, logo, quando ela empresta dinheiro a outras pessoas tem que cobrar mais juros pelos empréstimos feitos para manter a renda do banco no mesmo patamar anterior à alta da Selic.
Seguindo o raciocínio, como o dinheiro está mais "caro" (a taxa de juros de empréstimos que os bancos cobram aumenta) menos pessoas utilizam as alternativas de crédito, com menos dinheiro circulando na economia o volume de compras diminui e como temos menos pessoas comprando os preços também tendem a diminuir ou a não aumentar.
Inflação nada mais é do que o aumento dos preços, se a Selic sobe, a tendência é que a inflação se estabilize ou diminua em algum momento.
Fundos Imobiliários - Talvez o grande vilão de 2013, esse investimento é impactado negativamente e indiretamente pela alta da Selic.
Nos últimos anos tivemos muitos lançamentos de fundos imobiliários (FII). Talvez o grande atrativo desse tipo de investimento sejam os aluguéis mensais pagos pelos FIIs. Esses aluguéis são isentos de Imposto de Renda (IR). Os aluguéis dos últimos lançamentos ficaram na faixa de 8% a 10% ao ano. As cotas desses fundos sofrem variação diária na bolsa de valores, portanto, são considerados investimentos de alta volatilidade.
Novamente seguindo o raciocínio, porque os investidores comprariam FIIs com aluguéis de 9%, mesmo sendo isentos de IR, sendo que um investimento com baixo risco está pagando 10% (com o desconto do IR esse valor poderá variar de 7,75% e 8,5%)? Podemos ter uma diminuição no valor das cotas dos FIIs para torná-los mais atrativos e atrair novos investidores.
CDB - Talvez esse seja um dos investimentos que mais se beneficiará com a alta da Selic. A remuneração dos CDBs normalmente é vinculada à uma porcentagem do CDI, por sua vez, o CDI é uma taxa que deriva diretamente da Selic, se a Selic sobe o CDi sobe e o contrário também é válido.
Com a alta da Selic para 10% ao ano, quem possui um CDB terá automaticamente um aumento na remuneração de seu investimento.
Falei neste texto apenas sobre dois investimentos e um indicador que sofrem influência direta ou indiretamente da Selic, para outras considerações sobre outros investimentos, escrever para suascontasemdia@gmail.com
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Como Aplicar em Fundos de Investimento
Você investe em Fundos de Investimento? O que considerar na hora de analisar um fundo? E dou um passo atrás, você sabe o que é um Fundo de Investimento?
A definição mais simples e ao mesmo tempo mais adequada do que é um Fundo de Investimento é: "Reunião de investidores aplicando em conjunto com o mesmo objetivo." Sozinhos esses investidores não teriam condições de comprar os investimentos que o fundo compra, por isso devem se reunir com outros.
Uma analogia que pode ser usada é a de que um fundo de investimento tem a mesma dinâmica de um prédio. Cada morador do prédio paga um valor de condomínio, este valor é usado para cobrir todas as despesas do prédio desde a manutenção até o pessoal que trabalha no prédio. Um morador sozinho provavelmente não conseguiria bancar o valor total das despesas do prédio, mas como cada um contribui com uma parte essas despesas ficam viáveis.
Definido esse conceito, passo para a pergunta anterior: "O que considerar na hora de analisar um fundo?". Para facilitar e não deixar esse texto muito longo, vou analisar três tipos de fundos: Referenciados DI, Multimercados e Ações.
Referenciado DI - Fundos que devem investir, no mínimo, 95% de seus recursos em ativos que acompanham a evolução do CDI/Selic. Dois pontos para analisar:
Definido esse conceito, passo para a pergunta anterior: "O que considerar na hora de analisar um fundo?". Para facilitar e não deixar esse texto muito longo, vou analisar três tipos de fundos: Referenciados DI, Multimercados e Ações.
Referenciado DI - Fundos que devem investir, no mínimo, 95% de seus recursos em ativos que acompanham a evolução do CDI/Selic. Dois pontos para analisar:
- Taxa de administração - Esse tipo de fundo não tem muito trabalho na hora de definir onde investir, portanto, a taxa de administração tem que ser a menor possível para a rentabilidade do investidor ser maior. Taxa maior que 1% ao ano nesse tipo de fundo nem pensar, o ideal é que seja menor que 0,5% ao ano.
- Análise de rentabilidade - Embora rentabilidade passada não seja garantia de rentabilidade futura, é importante visualizar o histórico do fundo antes de investir. O ideal é que o fundo entregue, no mínimo, 95% CDI no curto prazo.
Multimercados - Fundos que podem adotar mais de uma estratégia de investimento. Como o próprio nome diz, pode investir em vários tipos de mercado: de ações, renda fixa, câmbio etc. A(s) estratégia(s) do fundo está(ão) definida(s) no regulamento. O principal ponto para analisar é:
- Análise de rentabilidade - Assim como nos fundos DIs, rentabilidade passada dos Multimercados não é garantia de rentabilidade futura, mas é essencial analisar como o gestor do fundo se comporta em momentos de crise(s) financeira(s) interna(s) e externa(s), se o fundo entrega resultados constantes ou se eles variam muito para cima e para baixo (volatilidade) e nos meses em que o fundo fica negativo, como é a reação do gestor, ele costuma recuperar as perdas com rapidez?
Ações - Fundos que devem investir, no mínimo, 67% de seus recursos em ações negociadas no mercado à vista (Bovespa). Três pontos para analisar:
- Análise de rentabilidade - Assim como nos fundos DIs, rentabilidade passada dos fundos de Ações não é garantia de rentabilidade futura, mas é essencial analisar como o gestor do fundo se comporta em momentos de crise na bolsa, o fundo faz proteção da carteira ou acompanha passivamente a variação do mercado de ações?
- O fundo investe em uma categoria de empresas? Essa categoria tem boas perspectivas para o longo prazo? Exemplo de categorias: Construção Civil, Consumo, Energia etc.
- Fuja de fundos que possuam o nome de apenas uma ação, eles compram e vendem apenas um papel e ainda cobram uma taxa de administração de você. O trabalho é mínimo e o custo para isso é alto. Exemplo: fundos que investem na Vale ou Petrobrás.
Observação importante: As rentabilidades de um fundo são divulgadas em um relatório chamado lâmina e as taxas de administração e performance (se houver) já estão descontadas na lâmina. O Imposto de Renda não está descontado na rentabilidade.
Abraços
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